Todas as noites temos este ritual. Vamos as duas para a cadeira de balouço, depois do banho, do creme e de vestir o pijama e lemos esta história. Os meus bonecos de peluche.
Adoras, Isabel. Folheias o livro, enquanto vou contando a história, e acho que já começas a decorar a lengalenga porque acertas quase sempre no momento de mudar de página. Mexes no cabelo do menino, espreitas a lua, tocas na asa do pato, no pêlo fofinho do urso. Ficas contente quando faço o "tu-tu... pouca terra... pouca terra" do comboio. Invento, não está lá escrito. É o fim da história, da nossa história. Nesse momento, fechas o livro e começamos tudo de novo, duas, três vezes.
É uma das minhas partes preferidas do nosso dia. Tu, no meu colo, com esse cheirinho de bebé, atenta à minha voz e ao livro.
Há um ano comprei a cadeira, sentei-me nela, acaricei a minha barriga e sonhei com este momento.
Agora é real. E melhor. Muito melhor.
Adoras, Isabel. Folheias o livro, enquanto vou contando a história, e acho que já começas a decorar a lengalenga porque acertas quase sempre no momento de mudar de página. Mexes no cabelo do menino, espreitas a lua, tocas na asa do pato, no pêlo fofinho do urso. Ficas contente quando faço o "tu-tu... pouca terra... pouca terra" do comboio. Invento, não está lá escrito. É o fim da história, da nossa história. Nesse momento, fechas o livro e começamos tudo de novo, duas, três vezes.
É uma das minhas partes preferidas do nosso dia. Tu, no meu colo, com esse cheirinho de bebé, atenta à minha voz e ao livro.
Há um ano comprei a cadeira, sentei-me nela, acaricei a minha barriga e sonhei com este momento.
Agora é real. E melhor. Muito melhor.






















